"...jazz é como um estilo que pode ser aplicado a qualquer tipo de canção." Jelly Roll Morton
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Os grandes festivais: MONTREUX
O Montreux Jazz Festival é o festival de jazz mais prestigiado da Europa, realiza-se anualmente no inicio de Julho na Suiça, em Montreux, nas margens do lago de Genebra.
O primeiro certame aconteceu em 1967 e teve como fundadores Claude Nobs , Voumard Géo e Langel René, com a colaboração de Ahmet Ertegün e Nesuhi Ertegün da Atlantic Records. Durou três dias e os grandes destaques da época foram Keith Jarrett, Jack DeJohnette, Bill Evans, Weather Report, Nina Simone, Jan Garbarek e Ella Fitzgerald.
Originalmente um puro festival de jazz, hoje apresenta artistas de quase todos os inimagináveis estilos de música, embora o Jazz continue a ser uma parte importante do festival. O festival de hoje dura cerca de duas semanas e atrai um público de mais de 200.000 pessoas. Foi na década de 70, que o festival começou a alargar o seu âmbito a diversos estilos musicais, incluindo Blues, soul, e artistas de rock: Marianne Faithfull, Led Zeppelin, Pink Floyd, Frank Zappa, Deep Purple e muitos outros. No final da década, o festival expandiu-se ainda mais, uma abertura alargada a músicas de todos os continentes (com ênfase em música brasileira) e com a duração total de três semanas. Claude Nobs conseguiu trazer os maiores nomes do jazz e do blues mundial: Weather Report, Camarón de la Isla, Eric Clapton, Bo Diddley, Stan Getz, Airto Moreira, Joe Henderson, Dizzy Gillespie, Oscar Peterson, Charles Mingus, Etta James, Sonny Rollins, Count Basie, Chick Corea, Herbie Hancock, BB King, Gilberto Gil, Ray Charles, Hermeto Pascoal, Mahavishnu Orchestra, Rory Gallagher, Stevie Ray Vaughan, Elis Regina, Pasadena Roof Orchestra, New Order, Jaco Pastorius, Ringo Starr e sua banda All Starr, André Geraissati, Joe Satriani, Santana , Van Morrison e muito, muitos mais. O festival foi originalmente realizado no antigo Casino Montreux, que ardeu durante a performance de Frank Zappa no certame de 1971: Smoke on the Water, dos Deep Purple conta exactamente essa história. Só em 1975 retornaria novamente ao casino após a sua realização em vários auditórios. O festival continuou a crescer, e em 1993, passou a realizar-se no Convention Centre. De 1995 a 2008, ocupou ambos o Casino e o Convention. A partir de 2007, o Convention Center abriga os dois palcos principais, Auditorium Stravinsky e Miles Davis Hall, assim como o Montreux Jazz Cafe. Existem vários pequenos palcos ao ar livre em redor. Adicionais shows temáticos (Bahia, Blues, etc) são realizados em barcos de cruzeiro no Lago de Genebra, e diversas workshops e competições são realizadas nos Montreux Palais e Petit Le Palais.
Mais grandes nomes que passaram pelo festival: Max Roach, James Brown, Wynton Marsalis, Art Blakey, John McLaughlin, Wayne Shorter, Al Di Meola, Elvis Costello, Jimmy Cliff, Mike Oldfield, Marvin Gaye, Leonard Cohen, Nina Hagen, Joe Cocker, The Manhattan Transfer, Tracy Chapman, e ainda, Sting, Bob Dylan, Fats Domino, Al Jarreau, Chaka Khan, Johnny Cash, Youssou N'Dour, Jazzmatazz, ZZ Top, Simply Red, Marisa Monte, George Benson, Jazzkantine, Alanis Morissette, David Bowie... uma incontável lista de grandes nomes. Muitos dos quais fizeram neste festival as suas mais memoráveis performances.
Originalmente um puro festival de jazz, hoje apresenta artistas de quase todos os inimagináveis estilos de música, embora o Jazz continue a ser uma parte importante do festival. O festival de hoje dura cerca de duas semanas e atrai um público de mais de 200.000 pessoas. Foi na década de 70, que o festival começou a alargar o seu âmbito a diversos estilos musicais, incluindo Blues, soul, e artistas de rock: Marianne Faithfull, Led Zeppelin, Pink Floyd, Frank Zappa, Deep Purple e muitos outros. No final da década, o festival expandiu-se ainda mais, uma abertura alargada a músicas de todos os continentes (com ênfase em música brasileira) e com a duração total de três semanas. Claude Nobs conseguiu trazer os maiores nomes do jazz e do blues mundial: Weather Report, Camarón de la Isla, Eric Clapton, Bo Diddley, Stan Getz, Airto Moreira, Joe Henderson, Dizzy Gillespie, Oscar Peterson, Charles Mingus, Etta James, Sonny Rollins, Count Basie, Chick Corea, Herbie Hancock, BB King, Gilberto Gil, Ray Charles, Hermeto Pascoal, Mahavishnu Orchestra, Rory Gallagher, Stevie Ray Vaughan, Elis Regina, Pasadena Roof Orchestra, New Order, Jaco Pastorius, Ringo Starr e sua banda All Starr, André Geraissati, Joe Satriani, Santana , Van Morrison e muito, muitos mais. O festival foi originalmente realizado no antigo Casino Montreux, que ardeu durante a performance de Frank Zappa no certame de 1971: Smoke on the Water, dos Deep Purple conta exactamente essa história. Só em 1975 retornaria novamente ao casino após a sua realização em vários auditórios. O festival continuou a crescer, e em 1993, passou a realizar-se no Convention Centre. De 1995 a 2008, ocupou ambos o Casino e o Convention. A partir de 2007, o Convention Center abriga os dois palcos principais, Auditorium Stravinsky e Miles Davis Hall, assim como o Montreux Jazz Cafe. Existem vários pequenos palcos ao ar livre em redor. Adicionais shows temáticos (Bahia, Blues, etc) são realizados em barcos de cruzeiro no Lago de Genebra, e diversas workshops e competições são realizadas nos Montreux Palais e Petit Le Palais.
Mais grandes nomes que passaram pelo festival: Max Roach, James Brown, Wynton Marsalis, Art Blakey, John McLaughlin, Wayne Shorter, Al Di Meola, Elvis Costello, Jimmy Cliff, Mike Oldfield, Marvin Gaye, Leonard Cohen, Nina Hagen, Joe Cocker, The Manhattan Transfer, Tracy Chapman, e ainda, Sting, Bob Dylan, Fats Domino, Al Jarreau, Chaka Khan, Johnny Cash, Youssou N'Dour, Jazzmatazz, ZZ Top, Simply Red, Marisa Monte, George Benson, Jazzkantine, Alanis Morissette, David Bowie... uma incontável lista de grandes nomes. Muitos dos quais fizeram neste festival as suas mais memoráveis performances.
Swing - Duke Ellington
Edward Kennedy "Duke" Ellington (Washington D.C., 29 de abril de 1899 - New York, 24 de Maio de 1974), compositor, director e pianista. Foi um dos mais importantes e influentes compositores de jazz de toda a historia, juntamente com Louis Armstrong e Charlie Parker.
Filho de um mordomo da Casa Branca, desde muito cedo este ambiente confortável facilitou-lhe a aprendizagem de piano e muito jovem começou a escrever musica. Em 1917 deixou o instituto em que estudava, e começou a dedicar-se á musica por completo. Nesta altura o ragtime, um estilo essencialmente pianistico, dominava o panorama musical e foi nele que "Duke" começou a projectar-se.
A partir de 1919 começou a tocar com diversas bandas da zona de Washington, mas em Setembro de 1923 decidiu mudar-se para Nova Iorque com seu grupo "The Washingtonians.
Em pouco tempo converteram-se no grupo residente do clube The Hollywood Club de Times Square (mais tarde conhecido como The Kentucky Club ou também, The Club Kentucky). Em Novembro de 1924 realizam suas primeiras gravações e a fama do grupo foi crescendo, debaixo da batuta artística de Ellington.
Posteriormente, a sua passagem pelo The Cotton Club de Harlem, converteu Ellington num musico de grande renome em todos os Estados Unidos pela transmissão radiofónica de muitas das suas actuações. Durante esta etapa, em 1929, o quinteto actuou interpretando música de George Gershwin no musical da Broadway, Show Girl. Tambem actuam em varios filmes. E diversas turnés pelos Estados Unidos e pela Europa iram fazer aumentar a sua fama. Peças musicais da época, como "Mood Indigo" (1930), "It Don't Mean a Thing (If It Ain't Got That Swing)" (1931) ou "Sophisticated lady" (1933), disfrutam de um notável êxito, marcando o começo de uma época dourada para a big band e em especial para Ellington.
Paulatinamente vão-se incorporando novos membros, e o que era originalmente um quinteto em suas primeiras aparições no Cotton Club, chega a completar um total de doze musicos.
A partir da metade da década de 1940 produz-se uma viragem no sentido de suas composições, que passaram a ser mais formais e de maior alento tematico: "Black, Brown and Beige" (1944), "Frankie and Johnnie" (1945) ou "Deep South Suite" (1946). Os gostos do publico mudavam, seguindo a orientaçao consequente de toda a revoluçao Bop então em voga: formações com maior peso de um instrumento solista e menor numero de componentes. Mas Ellington permaneceu fiel á sua concepção de entender a musica dando abertura a músicos da craveira do saxofonista Johnny Hodges ou do trompetista Cootie Williams. O Festival de Jazz de Newport de 1956 catapultou novamente os The Washingtonians, iniciando varias turnés pelo mundo que aumentaram a sua notória fama mundial. Em 1959, a composição das bandas sonoras das películas Anatomy of a murder, e, un ano depois, Paris Blues, foram parte importante da sua incursão no mundo da musica cinematográfica. A década de 1960 despertou em Duke Ellington o interesse pela musica litúrgica. Compõe peças como "In the beginning of God", reproduzida publicamente pela primeira vez em 1965 na catedral de San Francisco, e permaneceu á frente de sua orquesta até morrer. Gravou ainda com uma extensa série de músicos mais jóvens e de reconhecido talento: John Coltrane, Max Roach ou Charlie Mingus. No final de sua vida chegaram os maiores reconhecimentos pela sua carreira: os títulos de Doctor Honoris Causa pelas Universidades de Howard em 1963, e de Yale em 1967, além da Medalha Presidencial de Honra outorgada em 1969. Foi nomeado membro do Instituto Nacional de Artes e Letras dos Estados Unidos em 1970, e em 1971 passou a ser o primeiro músico de jazz membro da Real Academia de Música de Estocolmo.
Morreu em 24 de Maio de 1974, vítima de um cancro de pulmão. Seus restos mortais encontam-se no cemitério de Woodlawn Cemetery, em Nova York. Em Fevereiro de 2009, a sua imagem converteu-se na primeira individual de um afroamericano que é cunhada nas moedas do seu país. Foi imortalizado junto a un piano na moeda de 25 centavos.
A partir da metade da década de 1940 produz-se uma viragem no sentido de suas composições, que passaram a ser mais formais e de maior alento tematico: "Black, Brown and Beige" (1944), "Frankie and Johnnie" (1945) ou "Deep South Suite" (1946). Os gostos do publico mudavam, seguindo a orientaçao consequente de toda a revoluçao Bop então em voga: formações com maior peso de um instrumento solista e menor numero de componentes. Mas Ellington permaneceu fiel á sua concepção de entender a musica dando abertura a músicos da craveira do saxofonista Johnny Hodges ou do trompetista Cootie Williams. O Festival de Jazz de Newport de 1956 catapultou novamente os The Washingtonians, iniciando varias turnés pelo mundo que aumentaram a sua notória fama mundial. Em 1959, a composição das bandas sonoras das películas Anatomy of a murder, e, un ano depois, Paris Blues, foram parte importante da sua incursão no mundo da musica cinematográfica. A década de 1960 despertou em Duke Ellington o interesse pela musica litúrgica. Compõe peças como "In the beginning of God", reproduzida publicamente pela primeira vez em 1965 na catedral de San Francisco, e permaneceu á frente de sua orquesta até morrer. Gravou ainda com uma extensa série de músicos mais jóvens e de reconhecido talento: John Coltrane, Max Roach ou Charlie Mingus. No final de sua vida chegaram os maiores reconhecimentos pela sua carreira: os títulos de Doctor Honoris Causa pelas Universidades de Howard em 1963, e de Yale em 1967, além da Medalha Presidencial de Honra outorgada em 1969. Foi nomeado membro do Instituto Nacional de Artes e Letras dos Estados Unidos em 1970, e em 1971 passou a ser o primeiro músico de jazz membro da Real Academia de Música de Estocolmo.
Morreu em 24 de Maio de 1974, vítima de um cancro de pulmão. Seus restos mortais encontam-se no cemitério de Woodlawn Cemetery, em Nova York. Em Fevereiro de 2009, a sua imagem converteu-se na primeira individual de um afroamericano que é cunhada nas moedas do seu país. Foi imortalizado junto a un piano na moeda de 25 centavos.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Curiosidades do Jazz
De 1951 a 1954, Miles Davis já desfruta de um certo sucesso e de um crescente prestigio gravando para a editora Prestige.
Porém, em 1955 o musico assina contrato com a gigante Columbia Records e a sua carreira descola vertiginosamente, vindo a tornar-se num dos maiores nomes do jazz.
No entanto, o contrato com a Prestige contemplava a gravação de mais quatro álbuns de estúdio. Miles, sem qualquer tipo de problemas, junta os seus musicos e em apenas duas sessões em dois dias, grava os quatro álbuns por inteiro. Sendo a pressa inimiga da perfeição, poderia até parecer que não seriam discos de qualidade porém estes disco são Cookin’, Relaxin’, Workin’ e Steamin’, e estão entre os melhores do talentoso e inovador trompetista.
Os melhores álbuns - Anthony Braxton: Saxophone Improvisations
Saxophone Improvisations Series F è um álbum a solo do saxofonista e compositor Anthony Braxton, gravado em 1972 para o selo françês America.
Embora as primeiras faixas soem um pouco a frustração e falhanço, o desempenho prolongado que compõe todo o segundo disco é uma das melhores coisas que Braxton produziu: uma demonstração de energia, de versatilidade, a manipulação de tom, e a lógica perversa musical que se destaca no álbum, transforma-o numa das melhores performances a solo da discografia jazz.
Disco Um: "BWC-12 N-48" - 5:00 "Nr-12-C (33M)" - 9:09 "Rfo-M° F (32)" - 6:54 "JMK-80 CFN-7" - 17:57
Disco Dois: "178-F4 312" - 2:20 "NBH-7C K7" - 5:26 "MMKF-6 (CN-72)" - 6:59 "(348-R) C-233" - 7:23 "104°-Kelvin M-12" - 19:01
Anthony Braxton – saxophone alto
Embora as primeiras faixas soem um pouco a frustração e falhanço, o desempenho prolongado que compõe todo o segundo disco é uma das melhores coisas que Braxton produziu: uma demonstração de energia, de versatilidade, a manipulação de tom, e a lógica perversa musical que se destaca no álbum, transforma-o numa das melhores performances a solo da discografia jazz.
Disco Um: "BWC-12 N-48" - 5:00 "Nr-12-C (33M)" - 9:09 "Rfo-M° F (32)" - 6:54 "JMK-80 CFN-7" - 17:57
Disco Dois: "178-F4 312" - 2:20 "NBH-7C K7" - 5:26 "MMKF-6 (CN-72)" - 6:59 "(348-R) C-233" - 7:23 "104°-Kelvin M-12" - 19:01
Anthony Braxton – saxophone alto
Os melhores álbuns - John Coltrane: A Love Supreme
John Coltrane, A Love Supreme, álbum gravado em New Jersey, 9 de Dezembro de 1964.
O disco é uma suite em quatro partes: Acknowledgement (que contem o famoso mantra que dá nome á suite), Resolution, Pursuance e Psalm. Foi concebido como um disco espiritual, representativo de uma busca pessoal de pureza por parte de Coltrane. A Love Supreme é habitualmente considerado um dos discos de jazz mais importantes da historia. Os elementos de liberdade harmónica reconhecíveis no disco indicam as transformações que iria sofrer a musica de Coltrane.
Will Downing lançou uma versão Rhythm & Blues do tema principal, com a colaboraçao da viuva de John, Alice Coltrane, em 1988. A suite aparece tambem em quatro pistas do álbum de 2002, Footsteps of our Fathers, de Branford Marsalis Quartet.
Temas: Parte 1: Acknowledgement – 7:90, Parte 2: Resolution – 7;15, Parte 3: Pursuance - 10:40, Parte 4: Psaalm - 7;03
Musicos John Coltrane – Saxo tenor, McCoy Tyner – piano, Jimmy Garrison – Contrabaixo, Elvin Jones – Bateria.
O disco é uma suite em quatro partes: Acknowledgement (que contem o famoso mantra que dá nome á suite), Resolution, Pursuance e Psalm. Foi concebido como um disco espiritual, representativo de uma busca pessoal de pureza por parte de Coltrane. A Love Supreme é habitualmente considerado um dos discos de jazz mais importantes da historia. Os elementos de liberdade harmónica reconhecíveis no disco indicam as transformações que iria sofrer a musica de Coltrane.
Will Downing lançou uma versão Rhythm & Blues do tema principal, com a colaboraçao da viuva de John, Alice Coltrane, em 1988. A suite aparece tambem em quatro pistas do álbum de 2002, Footsteps of our Fathers, de Branford Marsalis Quartet.
Temas: Parte 1: Acknowledgement – 7:90, Parte 2: Resolution – 7;15, Parte 3: Pursuance - 10:40, Parte 4: Psaalm - 7;03
Musicos John Coltrane – Saxo tenor, McCoy Tyner – piano, Jimmy Garrison – Contrabaixo, Elvin Jones – Bateria.
Os melhores albuns - Charles Mingus: The Black Saint And The Sinner Lady
Charles Mingus – The Black Saint and The Sinner Lady
May 28th, 2010, selo da Aapaz.
Álbum lançado em 20 de Janeiro de 1963, que foi o primeiro trabalho de Mingus para a gravadora Impulse. Este disco é uma verdadeira longa suíte, composta por seis partes dividas em 4 faixas. Para a sua gravação foi necessária uma grande banda, composta por 11 músicos: dois trompetes, três saxofones, trombone, tuba, guitarra, piano, baixo e bateria. Mingus sintetiza a sua ideia da obra nas extensas notas impressas neste disco: “Compus esta música para dançar e para ouvir. É a música autêntica com muitos dos meus significados. É o meu epitáfio vivo do nascimento até o dia em que ouvi falar pela primeira vez de Bird e Diz”. Aos apelidos jazzísticos entenda-se Bird e Diz por Charlie Parker e Dizzy Gillespie, respectivamente.
Músicos: Charles Mingus – Baixo e Piano Jerome Richardson – Saxofones Barítono e Soprano, Flauta Charlie Mariano – Sax Alto Dick Hafer – Sax Tenor Rolf Ericson – Trompete Richard Williams – Trompete Quentin Jackson – Trombone Don Butterfield – Tuba, Trombone Contrabaixo Jaki Byard – Piano Jay Berliner – Guitarra Acústica Dannie Richmond – Bateria
As faixas: Track A – Solo Dancer Track B – Duet Solo Dancers Track C – Group Dancers Mode D, E, F…
Álbum lançado em 20 de Janeiro de 1963, que foi o primeiro trabalho de Mingus para a gravadora Impulse. Este disco é uma verdadeira longa suíte, composta por seis partes dividas em 4 faixas. Para a sua gravação foi necessária uma grande banda, composta por 11 músicos: dois trompetes, três saxofones, trombone, tuba, guitarra, piano, baixo e bateria. Mingus sintetiza a sua ideia da obra nas extensas notas impressas neste disco: “Compus esta música para dançar e para ouvir. É a música autêntica com muitos dos meus significados. É o meu epitáfio vivo do nascimento até o dia em que ouvi falar pela primeira vez de Bird e Diz”. Aos apelidos jazzísticos entenda-se Bird e Diz por Charlie Parker e Dizzy Gillespie, respectivamente.
Músicos: Charles Mingus – Baixo e Piano Jerome Richardson – Saxofones Barítono e Soprano, Flauta Charlie Mariano – Sax Alto Dick Hafer – Sax Tenor Rolf Ericson – Trompete Richard Williams – Trompete Quentin Jackson – Trombone Don Butterfield – Tuba, Trombone Contrabaixo Jaki Byard – Piano Jay Berliner – Guitarra Acústica Dannie Richmond – Bateria
As faixas: Track A – Solo Dancer Track B – Duet Solo Dancers Track C – Group Dancers Mode D, E, F…
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